Sofrendo por nossos pecados ali padecia,
Gemendo, ferido, cansado, nada dizia.
Com uma cruz muito pesada em seus ombros ali prosseguia.
E o povo em sua maioria regozijava, tamanha alegria.
Mataram Jesus, pregaram naquela mesma cruz.
Jerusalém foi palco de sangue.
Ele foi ferido na terra de amigos.
Tremenda agonia, gemendo dizia:
Está consumado!
O véu do templo se rasgou de cima a baixo,
A terra tremeu, as pedras fenderam de tamanha compaixão.
A natureza sentiu o peso do momento.
Crucificado após ter sido condenado sem nada de mal ter feito ou praticado.
Morreu por amar o pecador sem nunca ter pecado.
Rasgaram suas vestes mostrando a nudes daquele homem puro.
Brasfemaram, murmuraram e o desprezaram.
Foi ferido por nossa transgressões,
Moído por nossos pecados.
Expirou lá no alto da cruz.
Mas não acabou aí. Consta que ressuscitou ao terceiro dia.
Ascendeu aos céus.
Virá primeiramente para livrar o seu povo dos dias de angústia que está por vir.
depois virá novamente para julgar a humanidade.
Quem escapará de tal julgamento?
Pois eis que é Onisciente e sabe de todas as coisas,
E diante desse tribunal não existirá advogado para defender a ninguém.
Suas obras serão trazidas e expostas a luz do dia para que todos vejam.
Quem escapará da condenação eterna?
Que Deus tenha misericórdia de todos nós, e que possamos viver em novidade de vida.
Aguardando o tão esperado dia do arrebetamento.
Deus seja louvado, que nossos lábios o louvem e o glorifiquem eternamente.
Amém!
Por: Adilson Prócer








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